Ritual do Inverno

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GRANDE RITUAL DO INVERNO

Nos aproximamos do inverno, tempo de reflexão, de nos prepararmos para o grande momento de hibernação, que o inverno requer.

Nosso corpo deve estar livre de toxinas, para não sentirmos dores.

Leve e cheio de energia, pois é um período de sobrecarga e maior gasto energético. Os dias são mais curtos e as noites mais longas para que nosso corpo possa repousar e se manter ativo e funcionando.

Para então estarmos preparados teremos no sítio de Juquitiba o Grande Ritual de Inverno, com as medicinas da floresta e o canto e dança de cura e limpeza dos índios Kaxinawá.

-Rapé: A palavra rapé vem do francês “râper” (raspar).

Basicamente, é tabaco moído, raspado ou pilado, inalado ou soprado via nasal. No norte do Brasil, povos indígenas usam o rapé há séculos (antes da chegada do homem branco). Algumas etnias (tais como a Huni Kuin – Kaxinawa e a Yawanawa) tem o rapé como uma medicina associada ao uso terapêutico e espiritual.

O tabaco utilizado para a elaboração do rapé é cultivado de maneira orgânica pelo próprio povo (e geralmente rezado em todas suas fases: plantio, cultivo, colheita, preparo).

O rapé neste caso é constituído de tabaco (pilado) e cinza (pau pereira, murici, cumaru, canela de velho etc). Para esses povos, o rapé é uma medicina que contém um espírito com grande poder, trazendo curas, proteção e afastando todo tipo de males. Outro ponto a salientar é que o rapé não é aspirado, mas sim soprado nas vias nasais através de uma espécie de canudo, o “tepi” ou autoaplicado através do “kuripe”.

Atualmente, há uma maior difusão do uso do rapé para fins ritualísticos, não só nas tribos, mas também pelo Brasil afora – por associações religiosas, grupos espirituais, terapeutas xamânicos, entre outros.

As etnias Huni Kuin – Kaxinawá e Yawanawa, tradicionalmente usam o rapé em rituais com Ayahuasca (Hoasca, Uni, Nixi pae, Santo Daime).

-Sananga: A Sananga é um colírio indígena para os olhos. Os povos indígenas possuem um organismo diferente do homem branco e para tal utilizam a Sananga com a finalidade de curar a panema, um tipo de “má sorte”, “desgraça” e “infelicidade” que envolve às vezes os índios. Incapacidade, talvez seja a melhor interpretação. Porém, os índios também utilizam aSananga para curar doenças bacterianas do olho, como conjuntivite, terçol, vermelhidão e irritações nos olhos. Utilizam a muito tempo para curar e prevenir a catarata.
O sumo da Sananga apresenta uma coloração verde-amarronzada e um cheiro ardido. Quando cai no olho arde por cerca de 3 minutos, como se uma gota de pimenta caísse no olho, seguido por uma sensação de leveza e suavidade ocular. Durante o ardor provocado pela Sananga, a pessoa sente que a região da testa, onde se encontra a glândula epífese e também se concentra o catarro, está sendo mexida energeticamente, e faz com que o catarro e dores de cabeça sejam prontamente eliminados. O catarro, como renite e sinusite são automaticamente eliminados com a Sananga durante a aplicação. Quando a pessoa abre os olhos percebe o mundo mais colorido e vivo, assim como focaliza as imagens do mundo material com mais precisão e nitidez.

Investimento: R$250,00

Local: Sítio em Juquitiba

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